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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Iridologia

Iridologia é o estudo da íris através de análises das alterações existentes, representadas por raios, desenhos, pontos, buracos ou mudanças de cores, revelando, assim, estados físicos e emocionais. É uma leitura participativa, sendo imprescindível a presença do interessado. Primeiramente, é feita a anamnese (perguntas à pessoa sobre o que ela sente); as alterações são anotadas para que, depois, sejam discutidas a dois. Como nem tudo é elucidativo - há sinais muito próximos um do outro, como por exemplo, a garganta e a tireóide - o interrogatório se faz necessário.

Pela íris não é revelado, por exemplo, se uma pessoa tem diabetes, mas que há deficiência no pâncreas, podendo ser , por exemplo, hipoglicemia (falta de açúcar no sangue) ou hiperglicemia (excesso de açúcar - diabetes), sendo um o inverso do outro. É possível saber, no entanto, se a doença está em estado agudo ou crônico, qual a emoção envolvida e, muitas vezes, qual o nutriente necessário para suprir a carência existente. Percebe-se, ainda, se a constituição física é boa ou ruim, as tendências, hereditariedade, como está o sistema imunológico, se o corpo tem capacidade de reagir a determinada doença, se o sangue está limpo ou intoxicado, se há contaminações etc.

O que mais chama a atenção ao examinar uma íris é a área que representa o aparelho digestivo, onde vemos claramente as inflamações, queda de cólon, prisão de ventre, gases etc. Fica claro que toda doença nasce nos intestinos e, daí, segue para outras partes do corpo. Este é o órgão “chave” para a cura; não se pode curar nenhuma enfermidade deixando o intestino doente. Para onde vão as fezes que deveriam ser eliminadas? As eliminações são necessárias. Exemplo disso é o recém-nascido, que usa o alimento mais puro do mundo, o leite materno, e se encontra em estado harmônico, sem preocupações nem estresse. Esta criança precisa defecar, e, se isto não acontecer, vai ter cólicas, gases – inícios de outra doença.

Com a continuação da leitura da íris, vamos percebendo como os órgãos estão interligados, sendo que a doença de um pode afetar o outro. Também as emoções afetam estes órgãos, e vice-versa. Recentemente, durante uma palestra, uma pessoa queixou-se, publicamente, de problemas crônicos de prisão de ventre, informando que já havia procurado especialistas, sem solução. Indiquei-lhe alguns procedimentos naturopáticos, entre eles o uso de clister, hoje em moda com o nome de hidrocolon, e uma boa alimentação. Após algum tempo, ela não só livrou-se da doença como melhorou seus relacionamentos, comprovando assim a relação estreita entre o corpo físico e as emoções. Já dizia um médico naturista: “Pessoa enfezada - isto é, triste, testa franzida, que anda de ‘cara feia’ - é pessoa que tem fezes retidas nos intestinos”.

Baseados em experiências assim, em primeira instância, em se tratando de casos corriqueiros e simples, pode-mos fazer orientações coletivas, com grande proveito, porque as perguntas feitas pelo público enriquecem a todos. Cada um deve aprender a cuidar de si e não colocar sua saúde totalmente nas mãos de outros, que não podem SENTIR nem AVALIAR o dia-a-dia de outra pessoa. Na íris podemos ver como está o estado psíquico, o que traz grande revelação, eliminando as máscaras. É como se desnudasse “aquele ser” que fingia para si mesmo. Depois de um encontro, ele vai para casa com outra visão do que é saúde e de quem ele é.

Uma vez a Pastoral da Saúde me chamou para ver a perna ulcerada de uma velhinha. A perna estava em estado crônico, muito feia, tudo fotografado e filmado. Com o tratamento natural, livre de qualquer tipo de remédio alopático, a perna curou-se, mas a velhinha resolveu teimar e usar os alimentos que a intoxicavam e a fizeram adoecer. Voltou tudo outra vez. Olhando aquela íris, perguntei a ela porque não queria se curar. Ela insistiu, dizendo que queria ficar boa daquela perna. Deveria ser mesmo, apenas quanto ao consciente, porque as pessoas que dela tratavam já tinham percebido que ela tinha medo de ficar boa e ninguém mais se preocupar com ela. Ia voltar a ser sozinha ...

Vi um casal se reconciliar depois de uma leitura de íris, quando um passou a compreender mais o sofrimento do outro, nas limitações e anseios. Outras vezes, percebi o quanto uma pessoa tenta se enganar para não se auto-conhecer, porque nem sempre é fácil QUERER as mudanças necessárias; é mais fácil permanecer na mentira, é mais seguro, menos doloroso e, com a verdade, nem sempre se tem bons resultados a curto prazo.

Estas revelações são possíveis porque na íris encontramos os terminais nervosos do corpo, e, a qualquer alteração, aparece um sinal na área correspondente. As cirurgias não ficam constatadas na íris, porque a anestesia bloqueia o sistema nervoso. Acontece, por exemplo, de o iridólogo ver uma vesícula muito inflamada e a pessoa dizer que não tem mais aquele órgão. Também uma gravidez não se pode constatar, por ser algo natural, que portanto não provoca alteração na íris. A sensibilidade do terapeuta, porém, pode fazer enxergar além...

O início da Iridologia

Tem-se conhecimento de que o grande Pai da Medicina, Hipócrates, que viveu por volta de 400 anos a.C, já recomendava que se olhasse sempre na íris para ver se havia sujeira, mas foi no século XIX que o húngaro Ignatz von Peczely desenvolveu o diagnóstico pela íris. Quando criança, ele brincava com uma coruja que teve uma perna quebrada. Percebeu, então, que em determinado local da íris apareceu um sinal, que foi se apagando na medida em que a coruja foi se curando. Depois, tornando-se médico, ele começou a observar nos seus pacientes se acontecia aquela “coincidência”; trabalhou no Hospital do Colégio de Medicina, em cirurgia, onde pôde fazer mais comparações; observou, também, que determinados remédios geravam alterações na coloração da íris; e criou, então, o primeiro mapa iridológico.

Como sempre acontece, as conclusões do médico húngaro geraram polêmica. Ele foi muito criticado, mas felizmente alguns colegas se interessaram pelo tema, estudaram e deram continuidade. Foi assim que, nos Estados Unidos, Bernard Jensen, depois de muitos estudos, aperfeiçoou o mapa. Já o leigo Denny Johnson recebeu condecoração de doutor quando desenvolveu o método Rayid-ray (raio) e id (psique interior, o subconsciente), através do qual identificava personalidades, tendências, relacionamentos de atração e rejeição.

Denny foi reconhecido por Hester Lewis, professor de psiquiatria da Harward Medical School, e pelo cientista Richard A. Wullaert, da Califórnia, entre outros.

Não só a íris nos faz perceber como está a saúde do ser humano, mas também a cor da sua pele, expressões na fisionomia, a postura (maneira de sentar, cruzar as pernas, os braços etc.). Sentir o pulso, pressionar a planta dos pés ou a palma das mãos são outras formas milenares de diagnosticar uma pessoa. Atualmente, estão se redescobrindo formas de diagnóstico pelo crânio, nariz, coluna... A constatação e comprovação pode ser feita através de exames complementares, tais como a ultra-sonografia, tomografias computadorizadas etc.

“O olho é um farol de luz que flui e afeta profundamente a cada uma das células do corpo, inundando-o com um chuveiro de vitalidade invisível. Quantas vezes você já se viu forçado a virar sua cabeça, só para encontrar alguém olhando na sua direção? A causa desta reação é a percepção subconsciente da luz concentrada na sua direção...” (Denny Johnson ).

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Alpinista Social

Alpinista Social: É uma expressão usada para denominar pessoas que fazem de tudo para se infiltrar na altas rodas sociais e políticas, desfrutando de privilégios. É uma expressão utilizada, comumente, para classificar indivíduos que investem em relacionamentos com pessoas de maior poder aquisitivo, com o objetivo de chegar às classes sociais mais altas e gozar de privilégios e contatos comerciais. Um exemplo clássico é quem namora apenas pessoas com saldos bancários avantajados, procurando, com isso, obter vantagens, viagens, restaurantes caros e glamour.

Sonham em ser reconhecidos e merecer a atenção da imprensa a qualquer custo. Quem, realmente, merece ser reconhecido, pelo seu trabalho ou pelas obras que pratica, não quer, na maioria dos casos, exposição pública. Já os alpinistas são capazes de tudo para serem notados.

Os alpinistas - os atletas praticantes dessa modalidade esportiva - treinam durante muito tempo para dominar as técnicas do esporte e poder superar os obstáculos na subida de elevadas montanhas. Enquanto isso, os alpinistas sociais não medem esforços na sua escalada de vida. Sem qualquer princípio ético, recorrem a métodos desonestos para alcançar seus objetivos. Eles são facilmente identificados. Dissimulados, bajulam os que têm dinheiro ou status, gastam o que não têm com roupas para frequentar o "high society", fazem de tudo para se aproximar e ser fotografados ao lado de gente famosa. Enfim, são estrategistas, escolhendo aqueles que sirvam de trampolim na perspectiva de uma ascensão social.

Raramente se relacionam com pessoas de poder aquisitivo menor, e quando o fazem, escondem. Normalmente quando falam de alguém não dizem o que as pessoas são como pessoas, suas qualidades psico emocionais, dizem o que elas fazem na profissão, status, carreira, aquisições, onde moram, que carro possuem.

Espertos, conseguem convites (sem serem convidados) para as festas mais badaladas. Depois que se infiltram nas rodas sociais, fazem amizades com quem está em evidência. E na hora dos flashes, é claro, não perdem tempo de serem fotografados na companhia de socialites. É dessa forma que acabam conquistando o disputado espaço nas colunas sociais veiculadas nos jornais ou revistas de grande circulação. O que é uma glória, para eles.

Há quem veja esse comportamento sob outro prisma. Para essa corrente de pensamento, o alpinismo social é, em certas ocasiões, uma estratégia de sobrevivência. O interesse de muitas pessoas em participar de festas e em manter conversas com os poderosos não se limita a uma improdutiva busca de obter prazer, mas sim uma tentativa de se manter apto para o trabalho, se baseando na suposição de que os chefes constantemente olham de forma mais benevolente para aqueles a quem já conhecem socialmente.

Falsos valores e uma vaidade sem limite motivam, na maioria das vezes, esses indivíduos a se tornarem alpinistas sociais. O que é lamentável. O sucesso não pode ser visto como obra do acaso, mas sim como o resultado do esforço dirigido e inteligente. O sucesso é somente para aqueles que têm algo a mais, que fazem diferente do que a maioria faz. São essas pessoas que brilham em suas atividades que deveriam servir de fonte de inspiração.

Fonte: Caderno Gente/ DN

Criança Cristal


Medicina reconhece obsessão espiritual

Código Internacional de Doenças (OMS) inclui influência dos Espíritos . Medicina reconhece obsessão espiritual . Dr. Sérgio Felipe de Oliveira com a palavra:

"Ouvir vozes e ver espíritos não é motivo para tomar remédio de faixa preta pelo resto da vida... Até que enfim as mentes materialistas estão se abrindo para a Nova Era; para aqueles que queiram acordar, boa viagem, para os que preferem ainda não mudar de opinião, boa viagem também...Uma nova postura da medicina frente aos desafios da espiritualidade. Vejam que interessante a palestra sobre a glândula pineal do Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico psiquiatra que coordena a cadeira de Medicina e Espiritualidade na USP:

A obsessão espiritual como doença da alma, já é reconhecida pela Medicina. Em artigos anteriores, escrevi que a obsessão espiritual, na qualidade de doença da alma, ainda não era catalogada nos compêndios da Medicina, por esta se estruturar numa visão cartesiana, puramente organicista do Ser e, com isso, não levava em consideração a existência da alma, do espírito. No entanto, quero retificar, atualizar os leitores de meus artigos com essa informação, pois desde 1998, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu o bem-estar espiritual como uma das definições de saúde, ao lado do aspecto físico, mental e social. Antes, a OMS definia saúde como o estado de completo bem-estar biológico, psicológico e social do indivíduo e desconsiderava o bem estar espiritual, isto é, o sofrimento da alma; tinha, portanto, uma visão reducionista, organicista da natureza humana, não a vendo em sua totalidade: Mente, corpo e espírito.

Mas, após a data mencionada acima, ela passou a definir saúde como o estado de completo bem-estar do ser humano integral: Biológico, psicológico e espiritual.

Desta forma, a obsessão espiritual oficialmente passou a ser conhecida na Medicina como possessão e estado de transe, que é um item do CID - Código Internacional de Doenças - que permite o diagnóstico da interferência espiritual Obsessora.

O CID 10, item F.44.3 - define estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade com manutenção de consciência do meio-ambiente, fazendo a distinção entre os normais, ou seja, os que acontecem por incorporação ou atuação dos espíritos, dos que são patológicos, provocados por doença.

Os casos, por exemplo, em que a pessoa entra em transe durante os cultos religiosos e sessões mediúnicas não são considerados doença. Neste aspecto, a alucinação é um sintoma que pode surgir tanto nos transtornos mentais psiquiátricos - nesse caso, seria uma doença, um transtorno dissociativo psicótico ou o que popularmente se chama de loucura bem como na interferência de um ser desencarnado, a Obsessão espiritual.

Portanto, a Psiquiatria já faz a distinção entre o estado de transe normal e o dos psicóticos que seriam anormais ou doentios. O manual de estatística de desordens mentais da Associação Americana de Psiquiatria - DSM IV - alerta que o médico deve tomar cuidado para não diagnosticar de forma equivocada como alucinação ou psicose, casos de pessoas de determinadas comunidades religiosas que dizem ver ou ouvir espíritos de pessoas mortas, porque isso pode não significar uma alucinação ou loucura.

Na Faculdade de Medicina DA USP, o Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico, que coordena a cadeira (hoje obrigatória) de Medicina e Espiritualidade. Na Psicologia, Carl Gustav Jung, discípulo de Freud, estudou o caso de uma médium que recebia espíritos por incorporação nas sessões espíritas.

Na prática, embora o Código Internacional de Doenças (CID) seja conhecido no mundo todo, lamentavelmente o que se percebe ainda é muitos médicos rotularem todas as pessoas que dizem ouvir vozes ou ver espíritos como psicóticas e tratam-nas com medicamentos pesados pelo resto de suas vidas.

Em minha prática clínica (também praticada por Ian Stevenson), a grande maioria dos pacientes, rotulados pelos psiquiatras de "psicóticos" por ouvirem vozes (clariaudiência) ou verem espíritos (clarividência), na verdade, são médiuns com desequilíbrio mediúnico e não com um desequilíbrio mental, psiquiátrico. (Muitos desses pacientes poderiam se curar a partir do momento que tivermos uma Medicina que leva em consideração o Ser Integral).

Portanto, a obsessão espiritual como uma enfermidade da alma, merece ser estudada de forma séria e aprofundada para que possamos melhorar a qualidade de vida do enfermo.

Por: Osvaldo Shimod

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Pense e Repense seus Valores - As Flores dependem das Sementes!


Vídeo sobre o verdadeiro sentido da sustentabilidade e sobre a revisão de valores da nossa sociedade atual. 
Texto: Deivison Pedroza - Presidente Verde Ghaia / Sócio-Diretor VG 
Bioenergia / Presidente Comitê Sustentabilidade do WTC-BH

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Aviso de Falecimento - Teresinha Doval

30/07/2012 - Hoje pela manhã, faleceu por insuficiência respiratória, a nossa querida Teresinha Doval da Costa. Ela escreveu livros como, A VERDADE DE UM DESENCARNE, A LUTA DOS PREPOTENTES, e muitos outros ainda não publicados.

O velório do corpo começa hoje às 20h, na capela 12 do cemitério João XXIII. O enterro está marcada para amanhã (31/07/2012) às 10h.
O endereço do João XXIII é o segunte:
Avenida Natal, 60 - Medianeira
Porto Alegre - RS, 90880-110
Fone: 51 3217-5577 | Site: http://www.cejxxiii.com.br/Mapa no Google

Todos estão convidados a prestar esta última homenagem a esta fantástica pessoa, escritora, mãe, trabalhadora, amiga, escriba e uma das fundadoras da Nossa Casa.


terça-feira, 24 de julho de 2012

Aparelhos parasitas e magia negra – l parte




PERGUNTA: E os aparelhos parasitas que são colocados no sistema nervoso etérico, num processo de magia negra, causando doenças? No caso das doenças mentais, que tipo de aparelhos seriam colocados na "vítima", e em que corpo?

RAMATÍS: Nem todo aparelho parasita implantado nos corpos etéricos dos encarnados enfermiços, dementados, com alienação geral e outras sintomatologias graves faz parte dos processos de magia negra. No mais das vezes, são decorrência da mais pura tecnologia, que está em estágio mais avançado no Plano Astral e nas organizações trevosas que habitam a subcrosta terrestre do que entre os terrícolas encarnados. As comunidades do Umbral Inferior têm recursos tecnológicos, inclusive com centros de pesquisas, engenheiros, físicos, bioquímicos e os mais variados cientistas que o mal pode arregimentar.
Uma das técnicas obsessivas mais "refinadas", e que dificulta sobremaneira os atendimentos desobsessivos "tradicionais", nas quais "somente" a preleção evangélica como ferramenta de esclarecimento prepondera, é a implantação de aparelhos parasitas no sistema nervoso etérico dos obsediados. Essas pequenas engenhosidades tecnológicas podem ser colocadas no bulbo, no cerebelo, nos lobos frontais, na medula espinhal, entre outros locais físicos, relacionados com o psiquismo do ser.Geralmente têm dispositivo eletro-eletrônico com a finalidade de interferir nas sinapses nervosas. Disparam-nas os sentimentos negativos de vaidade, ódio, ciúme, concupiscência, causando verdadeiros curtos-circuitos nas redes sinápticas, dores de cabeça terríveis e os mais variados distúrbios psicobiológicos, quando desestabilizam os chacras e as glândulas correspondentes a esses centros energéticos, intensificando os quadros mórbidos pela interferência no metabolismo hormonal, daí advindo as doenças mais variadas.

Entre nesta corrente


Podemos dividir e sim fazer a diferença, basta começar!

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Meu filho nasceu doente. Castigo ou oportunidade?


Em homenagem aos amigos Carmen e Amauri, pela maneira positiva e esclarecida com que lidaram com o desencarne de João Pedro.

Para alguns, filhos podem representar um enorme problema e obstáculo frente à essa vida moderna e corrida. Para muitos, é o sonho dourado, o complemento do casamento. Em diversas situações, a espera do nascimento de um bebê é coroada de expectativas e desejos. Cria-se uma atmosfera diferente, uma alegria que não existia, relações familiares estremecidas são relevadas, pessoas se aproximam, o clima de festa toma conta da família.

A grande maioria destas gestações irá transcorrer sem problemas até o final, veremos o reencarne de milhares de espíritos, que voltam a encontrar antigos companheiros de jornada, todos juntos novamente rumo ao árduo caminho da libertação espiritual, da superação de nós mesmos.

Uma minoria, porém, permanece com um gosto amargo na boca, um desapontamento profundo ao constatar que o recém-chegado dos planos espirituais possui um problema de saúde.
A pergunta feita pelos pais que fica no ar, solicitando resposta, é sempre a mesma: - Por quê? Como essa criança inocente, que não pediu pra nascer, pode apresentar uma doença tão grave?
A resposta, que nem sempre agrada, mas que esclarece é que na verdade nossos filhos não são seres angélicos que nascem ternamente pela primeira vez, sem máculas e sem manchas. E a maioria deles pediu, implorou pelo renascimento, enxergando nesse processo algo natural que nos permite a todos evoluir, crescer. Assim como nós, Pais, eles carregam a marca indelével dos acertos e dos erros no corpo espiritual.

Dr. Hernani Guimarães Andrade, em 1958 publicou um dos destaques de toda a sua obra: a Teoria do Modelo Organizador Biológico, falando da natureza do Espírito e do corpo bioenergético. Nessa teoria, ele brilhantemente explica que tudo que fazemos enquanto encarnados, produz alterações energéticas no nosso corpo espiritual. Essas modificações podem ser positivas ou negativas, dependendo da intenção dos nossos atos. Ao renascermos essas alterações negativas precisam ser drenadas para nosso corpo físico. Isso não necessariamente acontece ao renascer, pois podemos drenar essas energias durante nossa vida enquanto encarnados através do amor, da fé, da caridade, etc...

Porém em alguns casos, há a necessidade de verter para a carne energias deletérias ao corpo espiritual, inoculadas em nosso psicossoma por nós mesmos e pelos nossos pensamentos e atitudes inconsequentes. Nesse processo temos as crianças que nascem com doenças e em alguns casos essa doença é incompatível com a vida.
Qual o propósito disso? Porque então deixar reencarnar um espírito se ele não poderia usufruir de uma vida normal e isso traria tanto sofrimento para a família? Já não basta a agonia do dia a dia, as dificuldades financeiras, de trabalho, os relacionamentos desarmonizados?
É de João Evangelista a célebre declaração: "Deus é amor" – I Jo.4.8. Seria possível que esse Deus de amor permitisse que uma criança nascesse com um defeito congênito que incompatibilize a vida e outra criança, nascida no mesmo hospital, no mesmo dia, às vezes recebendo os cuidados do mesmo médico, viesse à vida de forma perfeita e sem problemas?
Para quem acredita em uma vida somente, que iniciamos e terminamos nossa caminhada em uma única existência, só existe uma saída, ou não acreditamos em Deus, ou ficamos muito desapontados com ele.
Porém, a lógica do universo, da natureza perfeita, da criação micro e macrocósmica que ainda foge ao nosso entendimento nos faz acreditar na superioridade divina, no Deus misericordioso, amoroso, no Pai.

Somente a reencarnação explica esses dilemas. Somente a evolução contínua esclarece isso, mostrando que a criança nascida com defeitos congênitos necessitava daquilo para a resolução de graves lesões no corpo espiritual, e a família precisava dessa provação, não para sofrimento ou castigo, mas para crescer na fé e no entendimento, na humildade e na união, buscando sentidos para a vida atual que não sejam as coisas materiais.

Por tudo daí graças, dizia o apóstolo Paulo. Por mais difícil que seja, sempre temos a escolha de sermos positivos, gratos e esperançosos de que tudo vem para o bem. Adotando essa conduta podemos deixar nossa existência mais leve e seguirmos em frente, entendendo que um dia tudo passará, toda dor, toda tristeza, tudo passará.

Paz e luz!

Fonte: Medicina Espiritual | Sérgio Vencio

terça-feira, 10 de julho de 2012

14/07/2012 - Seminário Depressão e Autoconhecimento - Como Extrair Preciosas Lições desta Dor


Quem é Wanderley Oliveira?

Wanderley Oliveira tem uma ampla atuação em treinamentos e seminários ao longo de mais de 30 anos de experiência com grupos. Sua atividade profissional com foco no desenvolvimento humano embasa todo o seu trabalho de comunicador eficaz e de bons resultados, melhorando a vida das pessoas.
Seus principais alvos de trabalho são: aprimoramento e descoberta de talentos, melhoria da convivência nos contextos de grupo e ampliação do conhecimento pessoal, motivando o impulso de crescer na busca da saúde e da paz.
Na área profissional atua como terapeuta holístico (CRT - 44016) com formação Master e Practitioner em PNL – Programação Neurolinguistica. Especializações em: terapia floral pelo Bach Centre da Inglaterra, Life Coaching para metas pessoais nos relacionamentos e na mudança comportamental, e diagnóstico energético com foco em alinhamento de chacras e defesa contra forças intrusas.
Como educador emocional é criador do modelo de tratamento complementar para depressão com base na reeducação dos sentimentos. Como conferencista já participou de eventos em todo o Brasil cumprindo uma extensa agenda de compromissos. Como escritor estará lançando seu primeiro livro autoral em maio de 2012 cujo título é “Depressão – como extrair lições preciosas dessa dor”, pela Editora Dufaux, de Belo Horizonte.


Já sabemos O QUE FAZER para sermos felizes. Mas COMO FAZER para transformar o que já sabemos na construção de nossa felicidade? Minha proposta educacional e terapêutica está focada em orientar "como fazer”, descobrindo os caminhos para a realização e desenvolvimento pessoal.
Wanderley Oliveira
"

domingo, 26 de fevereiro de 2012

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O Carnaval segundo Divaldo Franco

Neste relato, Divaldo Franco fala sobre o Carnaval, suas histórias, observações e conclusões.

Lembramos que este vídeo limita-se a informar e divulgar uma entrevista que mostra a opinião de "um" autor espírita.


Este vídeo foi postado no Youtube - canal Mundo Espírita  e reproduz o Programa Transição No.127, exibido em 6 de março de 2011.

(Para assistir este vídeo acesso o blog)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Nexo

Olhando daqui, percebo que pessoas e circunstâncias tiveram um propósito maior na minha vida do que muitas vezes eu soube, pude, aceitei, ler. Parece-me, agora, que cada uma, no seu próprio tempo, do seu próprio modo, veio somar para que eu chegasse até aqui, embora algumas vezes, no calor da emoção da vez, eu tenha me rendido à enganosa impressão de que veio subtrair. A vida tem uma sabedoria que nem sempre alcanço, mas que eu tenho aprendido a respeitar, cada vez com mais fé e liberdade.


O tempo, de vento em vento, desmanchou o penteado arrumadinho de várias certezas que eu tinha, e algumas vezes descabelou completamente a minha alma. Mesmo que isso tenha me assustado muito aqui e ali, no somatório de tudo, foi graça, alívio e abertura. A gente não precisa de certezas estáticas. A gente precisa é aprender a manha de saber se reinventar. De se tornar manhã novíssima depois de cada longa noite escura. De duvidar até acreditar com o coração isento das crenças alheias. A gente precisa é saber criar espaço, não importa o tamanho dos apertos. A gente precisa é de um olhar fresco, que não envelhece, apesar de tudo o que já viu. É de um amor que não enruga, apesar das memórias todas na pele da alma. A gente precisa é deixar de ser sobrevivente para, finalmente, viver. A gente precisa mesmo é aprender a ser feliz a partir do único lugar onde a felicidade pode começar, florir, esparramar seus ramos, compartilhar seus frutos.


Tudo o que eu vivi me trouxe até aqui e sou grata a tudo, invariavelmente. Curvo meu coração em reverência a todos os mestres, espalhados pelos meus caminhos todos, vestidos de tantos jeitos, algumas vezes disfarçados de dor.


Eu mudei muito nos últimos anos, mais até do que já consigo notar, mas ainda não passei a acreditar em acaso.


Ana Jácomo

Olhe para dentro

Se você está com olhos bem abertos, experimente fechá-los...
Agora abra-os somente para o lado de dentro.
Chegou a hora de visitar por uns instantes seu mundo interior.
Passeie calmamente aí por dentro de você,
detendo-se longamente às boas imagens que você tem guardadas.
Não há qualquer problema em visitar o seu arquivo,
ou o seu velho baú, desde que seja para buscar inspiração no passado, alimentar e dar força ao presente. Atenha-se ao que de mais precioso você viveu.
Alguém especial vem se formando e se moldando pelo tempo e pela história desse tempo.
Você é feliz pelo sonho de criança que você vem cultivando dia após dia, ano após ano.
Se quiser abrir os olhos, abra-os bem e procure revelar a criança que ainda brilha em você
Agradeça.
A vida continua.
Hoje vai ser mais um dia na construção da sua história.
As cenas do dia que começa também vão ficar marcadas, e você poderá visitá-las.
Hoje você escreve mais uma boa página nessa história.
Está no ar a criança que você sempre preservará dentro de si.
Coração aberto, sorriso pronto, abraço fácil, beijo sincero.
Na rua, no trabalho, em casa, todo mundo vai notar que está diante de alguém muito especial.

Carlos Drumond de Andrade

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

21/01 - Dia Nacional de Combate a Intolerância Religiosa

O dia 21 de janeiro é comemorado como o Dia Nacional de Combate a Intolerância Religiosa. A data foi oficializada pelo presidente Lula através da Lei nº 11.635 como um incentivo ao respeito e à liberdade religiosa. A data escolhida homenageia Gildásia dos Santos e Santos, popularmente conhecida como Mãe Gilda. A sacerdotisa do terreiro Axé Abassá de Ogum, em Salvador, morreu de enfarte, após ver a própria foto publicada no jornal de uma igreja evangélica, acompanhada de insultos.

Alguns estados estimulam o respeito à diversidade religiosa. Nas escolas estaduais do Tocantins, os professores recebem periodicamente orientações da Secretaria Estadual da Educação (Seduc), para as aulas proporcionem aos alunos o conhecimento das mais diversas religiões, de forma não doutrinária e primando pelo respeito mútuo, prática ainda não padronizada em todos as escolas deste Brasil.

Este ano, para enriquecer ainda mais as aulas, a Seduc está preparando uma espécie de Guia de Aprendizagem sobre ensino religioso. O material será destinado, inicialmente e aos alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e num segundo momento para os estudantes do Ensino Fundamental. O novo recurso propõe um discurso inter-religioso na escola e aborda temas como paz, ética e tolerância, primando pelo ensino sem proselitismo religioso.

É muito louvável tais iniciativas mas em escolas particulares principalmente, ainda há pouca divulgação destes ideais de respeito e tolerância, ainda se prega muitas as idéia do "totalmente (inquestionável) certo  e o que deve ser evitado". Os pais devem ficar atentos a esta distorção o que pode gerar preconceitos e em conseqüência intolerância. A formação religiosa não deve criar rótulos simplistas, por isto os pais devem estar atentos.

Neste dia, em particular, devemos refletir sobre os ideais religiosos e sociológicos pois se alguns dizem que a nossa sociedade está doente, uma grande causa disto é sem dúvida a aceitação de tudo sem o devido questionamento religioso dentro do conceito comum de viver as diferenças de forma harmoniosa.

Então, neste sábado 21 de janeiro, converse com seus familiares e amigos sobre o por que este dia existe e como o motivo dele existir afeta nossas vidas e nosso futuro.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Artigo sobre o BBB – Luís Fernando Veríssimo

Antes de iniciar o artigo, devo esclarecer que esta é a opinião do Luís Fernando Veríssimo e que a replicação deste artigo neste espaço não tem o objetivo de convencer e nem constranger as pessoas.
Adriano 

Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. [...] Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
[...] Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.

Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados. 

Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo santo dia. 

Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna. 

Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, ONGs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns). 

Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo. 

O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!! 

Veja o que está por de tra$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão. 

Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores). Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. 

Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade.

Autor: Luís Fernando Veríssimo

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

O abraço

Estudos têm revelado que a necessidade de ser tocado é inata no homem. O contato nos deixa mais confortáveis e em paz.

O Dr. Harold Voth, psiquiatra da Universidade de Kansas, disse: O abraço é o melhor tratamento para a depressão.
Objetivamente, ele faz com que o sistema imunológico do organismo seja ativado.
Abraçar traz nova vida para um corpo cansado e faz com que você se sinta mais jovem e mais vibrante.
No lar, um abraço todos os dias reforçará os relacionamentos e reduzirá significativamente os atritos.
Helen Colton reforça este pensamento: Quando a pessoa é tocada, a quantidade de hemoglobina no sangue aumenta significativamente. Hemoglobina é a parte do sangue que leva o suprimento vital de oxigênio para todos os órgãos do corpo, incluindo coração e cérebro.
O aumento da hemoglobina ativa todo o corpo, auxilia a prevenir doenças e acelera a recuperação do organismo, no caso de alguma enfermidade.
É interessante notar que reservamos nossos abraços para ocasiões de grande alegria, tragédias ou catástrofes.
Refugiamo-nos na segurança dos abraços alheios depois de terremotos, enchentes e acidentes.
Homens, que jamais fariam isso em outras ocasiões, se abraçam e se acariciam com entusiasmado afeto, depois de vencerem um jogo ou de realizarem um importante feito atlético.
Membros de uma família, reunidos em um enterro, encontram consolo e ternura uns nos braços dos outros, embora não tenham o hábito dessas demonstrações de afeição.
O abraço é um ato de encontro de si mesmo e do outro. Para abraçar é necessário uma atitude aberta e um sincero desejo de receber o outro.
Por isso, é fácil abraçar uma pessoa estimada e querida. Mas se torna difícil abraçar um estranho.
Sentimos dificuldade em abraçar um mendigo ou um desconhecido. E cada pessoa acaba por descobrir, em sua capacidade de abraçar, seu nível de humanização, seu grau de evolução afetiva.
É natural no ser humano o desejo de demonstrar afeição. Contudo, por alguma razão misteriosa, ligamos ternura com sentimentalidade, fraqueza e vulnerabilidade. Geralmente hesitamos tanto em abraçar quanto em deixar que nos abracem.
O abraço é uma afirmação muito humana de ser querido e de ter valor.
É bom. Não custa nada e exige pouco esforço. É saudável para quem dá e quem recebe.
*   *   *
Você tem abraçado ultimamente sua mulher, seu marido, seu pai, sua mãe, seu filho?
Você costuma abraçar os seus afetos somente em datas especiais?
Quando você encontra um amigo, costuma cumprimentá-lo simplesmente com um aperto de mão e um beijo formal?
A emoção do abraço tem uma qualidade especial. Experimente abraçar mais.
Vivemos em uma sociedade onde a grande queixa é de carência afetiva.
Que tal experimentar a terapia do abraço?
 
Redação do Momento Espírita, a partir de adaptação do texto A importância do abraço, do Prof. Jorge Luiz Brand e Rolando Toro Araneda, Biodança, coletânea de textos.
Disponível no livro Momento Espírita, v. 2, ed. Fep.
Em 05.12.2011.
Enviado pelo Fernando (via Evolucao5M) no dia 13/12/2011

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Recesso da Casa (10/12/2011 a 02/01/2012)

Pessoal, a Casa fechará no dia 10 de dezembro de 2011 e retomará suas atividades já na primeira semana de janeiro. Aproveitem, esta semana (até sexta), para pegar na biblioteca bons livros para curtirem este breve recesso com boa leitura.

O Fernando (nosso dirigente de quintas - pela manhã), já confirmou que o primeiro trabalho de 2012 será no dia 05/01/2012.

Assim que tivermos mais notícias sobre os trabalhos e grupos da Casa publicaremos no nosso blog.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O Novo Estatuto da Nossa Casa - Últimas Notícias

Sobre o novo estatuto são as seguintes as novidades.

A comissão de reforma do estatuto, como anunciado na última Reunião Geral de Trabalhadores, a partir de críticas e sugestões enviadas por trabalhadores, bem como de proposta enviada pelo Colegiado, está examinando e revisando alguns pontos daquele projeto de reforma que havia sido apresentado na assembléia, bem como estudando e elaborando o que poderá ser uma proposta de texto alternativo. Quando estes trabalhos estiverem concluídos, o que provavelmente ocorrerá em janeiro/2012, serão eles amplamente divulgados entre os associados, oportunidade em que será divulgada, também, a nova data de realização da assembléia.

A revisão daquele texto que constituiu a proposta inicial de reforma está se dando com vistas a torná-lo mais simples e compreensível, sem contudo alterá-lo em sua estrutura central, ou seja, mantem-se a idéia de uma Direção Espiritual Colegiada e de um Conselho Espiritual.




Autor: Ricardo Sá